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Destino St. Barth

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A caribenha ilha de St. Barth situa-se nas Antilhas Francesas, próxima a St. Maarten. Este pequeno posto avançado da França, colonizado no século XVII, cultiva um modo de vida tranquilo e de rica herança cultural. Conhecida por suas belas praias de areia branca, excelente gastronomia e butiques da moda, a ilha oferece combinação única de sofisticação, entretenimento e privacidade.

Localizada ao norte do conjunto de ilhas que compõem as Pequenas Antilhas, St. Barth foi batizada por Cristóvão Colombo em 1493 em homenagem a seu irmão Bartolomeu, e é considerada por muitos a mais bela ilha do Caribe. Destino obrigatório para uma viagem de luxo nas Índias Ocidentais, esta ilha de 21 km² oferece aos visitantes 14 praias de areia branca, temperaturas médias de 28°C no inverno e 30°C no verão, e um ambiente tão tranquilo, acolhedor e privativo quanto belo.

COMO CHEGAR

Conexão via St. Maarten
A principal forma de chegar a St. Barth via Estados Unidos ou Europa é através de uma conexão para a ilha de St. Maarten, desembarcando no Aeroporto Internacional Princesa Juliana (SXM). Dele parte um curto voo com duração de 12 minutos para St. Barth, que aterrissa no Aeroporto Gustaf III (SBH), localizado a 10 minutos de carro do hotel.

United Airlines, Air France, KLM, Air Caraibes, Corsair e Copa Airlines possuem afiliações com a Winair e a St Barth Commuter (companhias aéreas que oferecem o serviço de conexão entre St. Maarten e St. Barth), permitindo que seja realizada checagem de bagagem apenas em St. Barth. Chegando a St. Maarten, o viajante pode se dirigir diretamente ao balcão de informações sobre conexões (Transfer Information Desk) antes de ir ao setor de imigração, no qual um representante local da companhia aérea escolhida irá orientá-lo como proceder.

Partindo de St. Marteen, os visitantes podem escolher realizar a conexão até St. Barth de avião ou barco. Tanto a Winair quanto a St. Barth Commuter oferecem voos regulares entre ilhas até St. Barth. O tempo aproximado de voo é de 15 minutos. Para a conexão de barco, é possível escolher entre os serviços da Voyager Ferry ou Great Bay Express.

Jatos privativos não podem aterrissar em St. Barth; o aeroporto mais próximo com permissão para aterrissagem de jatos localiza-se em St. Maarten.

Conexão via San Juan, Porto Rico
O Aeroporto Internacional de San Juan (SJU) oferece voos diários de/para Nova York, Chicago, Atlanta, Boston, Miami, Filadélfia, Charlotte, Houston, Dallas, Toronto, Baltimore, Hartford, Orlando, Tampa, Jacksonville, Fort Lauderdale, West Palm Beach, Washington, D.C (Reagan e Dulles), Caracas e Cidade do Panamá. As opções incluem Copa Airlines, Avianca e uma série de outras companhias com base no EUA.

A Tradewind Aviation oferece voos regulares e fretamento partindo de San Juan a St. Barth em modernas aeronaves Pilatus PC-12 e Cessna Grand Caravan. Os aviões de cabine dupla são equipados com ar condicionado e oferecem snacks e bebidas. Esta conexão permite chegada sem a necessidade de passar duas vezes pela alfândega.

HISTÓRIA DA ILHA

Cristóvão Colombo descobriu as Pequenas Antilhas em sua segunda viagem, em 1943, incluindo Ouanalao, uma ilha habitada por povos indígenas chamados Caraíbas. Ele a rebatizou em homenagem a seu irmão, Bartolomeu, e não encontrando nada de seu interesse partiu para novas descobertas. Foi apenas em 1648 que o nobre francês Phillippe de Longvilliers de Poincy deu início a sua colonização, fixando um assentamento de 40 a 50 homens no local. A colônia cresceu com moradores de São Cristóvão; porém, após um ataque dos Caraíbas terminar em massacre no ano de 1656, o local foi abandonado. A paz foi refeita em 1659 e Poincy enviou novo grupo de 30 homens. Em 1664, a população da colônia havia crescido para 100.

St. Barth passou então por diferentes domínios. De início, tornou-se possessão da Ordem de Malta pela Companhia das Índias Ocidentais. Posteriormente, foi estabelecida como uma colônia irlandesa. Em seguida, a ilha caiu sob o domínio da Coroa francesa e foi anexada à Colônia de Guadalupe. Corsários, ladrões e piratas se estabeleceram, quando uma invasão britânica saqueou o local em 1744. Conquistadores franceses retornaram em 1764. Por fim, o rei Luís XVI da França trocou St. Barth com o rei Gustavo III da Suécia por um armazém em Gotemburgo.

A ilha tornou-se sueca em 1784, dando início a uma era de prosperidade e ascensão da cidade de Gustavia, com ruas pavimentadas, fortes e edifícios de madeira e pedra. Em 1815, a população havia atingido a marca de 6.000 habitantes; porém, os anos seguintes foram marcados por guerras e desastres naturais, como o incêndio de 1852 que devastou toda a região sul de Gustavia. O rei Oscar II da Suécia calculou que St. Barth estava lhe causando mais prejuízos do que lucros, decidindo devolvê-la à Franca em 1878.

Em 1946, Remy de Haenen finalmente abriu o destino ao mundo, pousando o primeiro avião na savana em St. Jean. O porto de Gustavia passou a ser mais movimentado. Nos anos 1980, a vida em St. Barth melhorou consideravelmente, na medida em que o turismo se tornou sua a principal atividade econômica, os esportes ganharam popularidade, uma usina de energia de grande capacidade foi construída e o aeroporto foi expandido.

PRAIAS

St. Barth abriga 14 belíssimas praias de areia branca, todas abertas ao público. A Saline, com acesso através de um curto, porém complicado caminho, vale a visita sobretudo aos que apreciam o nudismo. Já a Colombier tende a ser uma das partes mais desertas da ilha, uma vez que só pode ser alcançada via barco partindo de Gustavia ou longa caminhada da praia de Flamands. Também conhecida como Rockefeller Beach, a Colombier está a mundos de distância da agitada capital, presenteando seus visitantes com águas calmas, perfeitas para mergulho com snorkel, e muita privacidade.

ATRAÇÕES LOCAIS

Diversos fatos históricos e curiosidades marcam a ilha:

• A capital, Gustavia, tem forma de ferradura ao redor de um pequeno porto que outrora fora guardado por fortes de pedra. Anteriormente conhecida como Carénage, a cidade foi rebatizada em homenagem ao rei da Suécia, Gustavo III, em 1785. É um ótimo destino de compras, movimentado, com excelentes restaurantes e arquitetura sueca combinada a fachadas de cores caribenhas. O Forte Gustave, construído em 1781, situa-se ao final de uma trilha nos limites da cidade.

• Saint-Jean abriga o primeiro hotel da ilha, o Eden Rock. A maior área comercial também está em Saint-Jean, além de uma bela praia ao final da pista do aeroporto Gustaf III.

• Um passeio ao longo da rústica Toiny Coast revela a beleza natural da ilha, com palmeiras, vegetação tropical e excepcionais vistas para o mar ao longo do percurso.

• A primeira cidade descoberta pelos colonos franceses no século XIX foi Lorient. A igreja católica é um destaque dentre os pontos turísticos da cidade, assim como o antigo correio, os cemitérios e as lojas.

• St. Barth conta com três interessantes museus: o Wall House Museum abriga documentos do período de ocupação sueca; o St. Barth Municipal Museum reúne diversos artefatos, fotografias e documentos históricos; e o Inter Oceans Museum exibe mais de 8.500 conchas de todo o mundo.

• De veleiros a enormes iates, todo o tipo de embarcação pode ser alugado em St. Barth. Há locais para prática de snorkeling e mergulho em torno da ilha, sendo os principais pontos: Colombier, Petit Anse e Lorient. A pesca também é uma das maiores atrações turísticas, com guias disponíveis para captura de atum, marlim, agulhão e muitos outros.

CELEBRAÇÕES, CULTURA E EVENTOS

Há muito para se desfrutar ao longo do ano em St. Barth. Desde 1985, o Festival de Música de St. Barth transforma as noites de janeiro em palco para apresentações musicais e de dança, com a participação de artistas proeminentes da música clássica, ópera, jazz e balé. Em fevereiro/março, o Carnaval Francês agita a ilha, terminando na quarta-feira de cinzas com um animado desfile preto-e-branco em Shell Beach. O Dia da Bastilha, é celebrado em 4 de julho, e 24 de agosto é tomado pelo toque de sinos, bênçãos de embarcações, regata, fogos de artifício e grande baile em virtude da anual Festa de Saint Barthélemy, que marca o dia da adoção da Constituição Francesa. O Festival de Gustavia também acontece em agosto, celebrado com pescaria e festejos. Em 1º de novembro, a Festa de São Luís é iluminada por milhares de velas. Ainda em novembro, o tradicional Festival Gastronômico de St. Barth dá início todos os anos à alta temporada, com três noites de jantares preparados por celebrados chefs.

GASTRONOMIA

Assim como na França, a gastronomia é uma das maiores paixões de St. Barth; os restaurantes da ilha são uma atração aos turistas e habitantes locais. Festivais gastronômicos e de arte preenchem o calendário da ilha todos os anos, assim como regatas e outros torneios esportivos. Para aqueles que gostam de agitação, St. Barth proporciona uma vida noturna animada como nenhuma outra ilha, com variedade de bares e boates, incluindo os favoritos Le Ti St Barth em Pointe Milou, Nikki Beach em St. Jean, e Bagatelle e Saint Barth Yacht Club em Gustavia. Seja desfrutando de um jantar, show de música ou festa na praia com amigos, uma noite em St. Barth é sempre especial.

Do casual ao sofisticado, do local ao internacional, o que você desejar pode ser encontrado em St. Barth. Conhecida como a capital gastronômica do Caribe, seus restaurantes servem pratos de categoria mundial, com opções que vão desde o lendário Maya’s, um clássico da ilha que serve frutos do mar frescos e pratos Creole há 25 anos, ao Côté Port, de cozinha tradicional francesa e influência da Índia Ocidental com incrível vista para o porto e imperdível pôr-do-sol. Há ainda opções de cafés e bistrôs à beira-mar que servem comida casual, como o Wall House ou o Le Bête à Z’Alles – conhecido como BAZ Bar – em Gustavia, e os pé-na-areia La Plage em Tom Beach ou Do Brazil em Shell Beach. Não pense em partir sem provar os deliciosos pratos de cozinha criativa – com destaque aos peixes perfeitamente preparados – do Chef Nicola di Marchi, à frente dos restaurantes Bartoloméo e Indigo do Le Guanahani.

COMPRAS

St. Barth está na vanguarda, influenciada por tendências de moda e arte europeias. O duty-free da ilha conta com mais de 200 lojas, incluindo vestuário, joias, cosméticos e decoração.

Em Gustavia, as opções incluem lojas de marcas como Hermès, Cartier, Bulgari e Chopard; objetos criativos e colecionáveis da Le P’tit Collectionneur; vinhos franceses (e de outras nacionalidades) da La Cave du Port Franc; rums aromatizados (e mais) na M’Bolo; óculos de sol vintage e vestuário da Linde Gallery; e criativas joias na popular Sinbad. Em St. Jean, Yume reúne arte e moda em peças de design único e roupas de estilo atemporal; Mandarine Bijoux tem joias artesanais de ouro e pedras preciosas; e Pain de Sucre traz biquínis sempre um passo à frente das tendências. Próxima ao Le Guanahani em Grand Cul-de-Sac, a La Cave de Saint-Barth oferece excelente seleção de vinhos franceses e rum, além de décadas de experiência em conservação das bebidas em estoque.

CELEBRIDADES

Matéria recente na ABCNews.go.com afirma que: “Celebridades amam St. Barth”. Dentre os inúmeros famosos que já visitaram a ilha ou até mesmo criaram raízes estão: a modelo da Victoria’s Secret Alessandra Ambrosio; a cantora Gwen Stefani; Gavin Rossdale, vocalista da banda de rock inglesa Bush; Beyonce Knowles e Jay-Z; o bilionário russo Roman Abramovich; o fundador da Microsoft Paul Allen; Usher; Miranda Kerr; Derek Jeter; a atriz Minka Kelly; o presidente da Revlon Ronald Perelman; Mariah Cary e Nick Cannon; Star Jones; Kimora Lee Simmons; Jessica Alba; Marc Jacobs; Ivana Trump; o marchand Larry Gagosian; Steve Martin; Sean Combs; Channing Tatum; Paul McCartney; Jon Bon Jovi; e David Letterman.

 

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